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	<title>Saúde e Ciência - Casal sem Filhos</title>
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		<title>Saúde e Ciência - Casal sem Filhos</title>
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		<title>Gravidez improvável tem a ver com emoção, dizem médicos</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 13:25:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
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		<description><![CDATA[CLÁUDIA COLLUCCI da Folha de S.Paulo Tidas como &#8220;inférteis&#8221; e após anos de tratamentos de fertilização para engravidar, muitas mulheres têm conseguido gerar filhos naturalmente, algumas ainda enquanto amamentam seus bebês de proveta. Não há dados no Brasil sobre esse fenômeno, mas um estudo recente acompanhou 5.962 casais que estavam na lista de espera para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=saudecasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4584025&amp;post=36&amp;subd=saudecasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-35" title="lgo-folha_online-210x45-ffffff-2" src="http://saudecasalsemfilhos.files.wordpress.com/2008/09/lgo-folha_online-210x45-ffffff-2.gif?w=128&#038;h=27" alt="" width="128" height="27" /><strong>CLÁUDIA COLLUCCI</strong><br />
da <strong>Folha de S.Paulo</strong></p>
<p>Tidas como &#8220;inférteis&#8221; e após anos de tratamentos de fertilização para  engravidar, muitas mulheres têm conseguido gerar filhos naturalmente, algumas  ainda enquanto amamentam seus bebês de proveta.</p>
<p>Não há dados no Brasil sobre esse fenômeno, mas um estudo recente acompanhou  5.962 casais que estavam na lista de espera para fazer FIV (fertilização <em>in  vitro</em>) na Holanda e constatou que 9% deles engravidaram espontaneamente num  período de 12 meses.</p>
<p>Outros trabalhos científicos apontam que, para mulheres jovens, com pouco  tempo de tentativas de gravidez e com a chamada &#8220;esterilidade sem causa  aparente&#8221;, as chances de gestação espontânea chegam a 25% em um ano &#8211;quase o  mesmo percentual de resultados da FIV, estimados em 30%.</p>
<p><span id="more-36"></span></p>
<p>Na falta de pistas na chamada medicina baseada em evidências, especialistas  em reprodução lançam mão das mais variadas análises para explicar por que  mulheres &#8220;condenadas&#8221; a não ter filhos espontaneamente o fazem depois que  desistem dos tratamentos ou após gerarem bebês de proveta ou ainda quando partem  para a adoção de uma criança.</p>
<p>&#8220;Quem dá a vida é Deus e quem tira é Deus também. Tenho tido casos [de casais  inférteis] tão esdrúxulos que engravidam e casos tão claros de que medicina vai  resolver e não resolve, que cada vez mais acredito nisso&#8221;, diz o ginecologista  Artur Dzik, diretor do Serviço de Esterilidade Conjugal do Hospital Pérola  Byington.</p>
<p>Outra explicação, segundo ele, seria a relação estreita existente entre as  emoções e os hormônios. &#8220;Quem manda na gente é a nossa cabeça. O sistema  emocional está do lado do sistema hormonal, recebe as descargas dos hormônios.&#8221;</p>
<p>A endocrinologista e nutróloga Vania Assaly diz que o processo de tratamento  da infertilidade pode gerar situações de estresse, exaustão e desgaste, que  desfavorecem uma gestação. Isso ocorreria por interferências no circuito  &#8220;psico-neuro-imuno-endócrino&#8221;. &#8220;Muitas coisas que não explicamos devem estar por  aí, nesse eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, que circula informações para o  sistema imunológico.&#8221;</p>
<p>Segundo ela, situações de bem-estar, harmonia e calma são referência de um  bom território para procriar. &#8220;Por outro lado, a presença de um terreno arenoso,  com medo, ansiedade e sobrecargas pode trazer dificuldades para essa mulher  tanto na fecundação como na nidação [fixação do embrião no útero], à medida que  o corpo reflete essa desarmonia no sistema imune e hormonal.&#8221;</p>
<p><strong>Tempo passar</strong></p>
<p>Para o urologista Edson Borges, da clínica de reprodução Fertility, raramente  as chances de um casal engravidar são &#8220;zero&#8221;. &#8220;Exceto em casos de grande  falência testicular ou de grande falência dos ovários. Mesmo assim, essas  situações podem ser transitórias e, em algum ciclo especial, o casal pode  engravidar&#8221;, diz ele.</p>
<p>Borges afirma que nos casos onde não há uma causa específica para a  dificuldade de gravidez, a gestação natural pode ocorrer a qualquer momento.  &#8220;Deixamos claro que os tratamentos vão ajudar para que a gestação ocorra de  forma mais rápida e é sempre melhor isso do que deixar o casal aguardando o  tempo passar.&#8221;</p>
<p>De acordo com o médico, para mulheres acima de 30 anos, cada ano de espera  diminui em 11% suas chances de ser mãe. &#8220;A sensação de &#8220;ter tentado&#8221; [a gravidez  por meio de tratamentos] algumas vezes é tão importante quanto o próprio  resultado&#8221;, acredita ele.</p>
<p><strong>Emoções</strong></p>
<p>Na avaliação da psicóloga do Hospital das Clínicas de São Paulo Luciana Leis,  muitas mulheres engravidam naturalmente após tratamentos de reprodução assistida  ou depois de uma adoção porque se sentem &#8220;autorizadas&#8221; para a gravidez.</p>
<p>&#8220;As dificuldades, os tratamentos frustrados acabam escrevendo um &#8220;não&#8221;, uma  incapacidade de gerar no inconsciente da mulher. Depois que conseguem ser mães,  ou por FIV ou pela adoção, é como se as portas para a gravidez se abrissem&#8221;,  explica.</p>
<p>No caso das mulheres que engravidam após desistirem dos tratamentos, ela  defende que isso ocorre em razão de um &#8220;relaxamento das tensões&#8221;. &#8220;Não é uma  receita de bolo. Não é fácil falar em relaxamento nessas situações. Mas é  preciso mudar o foco, olhar para outras áreas da vida que, às vezes, ficam  abandonadas nessa busca por um filho.&#8221;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/36/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=saudecasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4584025&amp;post=36&amp;subd=saudecasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Após anos de tratamentos para fertilidade, como enfrentar a vida sem filhos</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 10:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Karen Barrow Quando Pamela Mahoney e Alex Tsigdinos se casaram, nunca pensaram que teriam dificuldades para ter um bebê. Mas depois de 11 anos e muitos tratamentos de fertilização, eles ainda são apenas uma família de duas pessoas. Frustrados e exaustos com os procedimentos caros que nunca funcionaram, o casal finalmente desistiu. Agora o desafio [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=saudecasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4584025&amp;post=19&amp;subd=saudecasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="data"><strong><img class="alignleft" src="http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/349/98/98/10369.logo_nyt_logos_43_100.jpg" alt="" width="100" height="43" /> </strong></p>
<p class="data"><strong></strong></p>
<p><strong>Karen Barrow</strong></strong></div>
<p>Quando Pamela Mahoney e Alex Tsigdinos se casaram, nunca pensaram que teriam dificuldades para ter um bebê. Mas depois de 11 anos e muitos tratamentos de fertilização, eles ainda são apenas uma família de duas pessoas.<br />
Frustrados e exaustos com os procedimentos caros que nunca funcionaram, o casal finalmente desistiu. Agora o desafio é aprender a aceitar uma vida sem filhos.<br />
Dez por cento de todos os casais têm problemas para engravidar, às vezes devido a um problema físico e às vezes por razões inexplicáveis. Mas à medida que a tecnologias de reprodução aumentam, aumenta também a esperança de muitos casais.</p>
<p><span id="more-19"></span></p>
<p>Para os Tsigdinos, que moram em Los Gatos, Califórnia, os médicos foram otimistas em cada passo. Aos 29 anos, depois de dois anos tentando engravidar, Pamela Tsigdinos soube que tinha pequenas lesões no útero – um sinal precoce de endometriose, uma condição marcada pelo crescimento descontrolado do tecido uterino. As lesões foram removidas com cirurgia e os médicos a mandaram para casa com todas as expectativas de que ela não teria mais problemas para engravidar.<br />
O tempo passou e nada de bebê. Alex Tsigdinos foi examinado e o casal descobriu que ele sofria de varicocele, um bloqueio no fluxo sangüíneo ao pênis que diminuía sua quantidade de espermatozóides. Uma cirurgia corrigiu o problema. No entanto, mais dois anos se passaram, e nada.<br />
Durante os vários anos seguintes, o casal tentou dois ciclos de fertilização in vitro e duas sessões de inseminação artificial, isso sem mencionar abordagens não-tradicionais, incluindo acupuntura, suplementos fitoterápicos e tratamento quiroprático.<br />
O tempo se tornava um vilão: para uma mulher abaixo dos 35 anos, percentual de gravidez após uma fertilização in vitro é de 43%, mas cai para 4% em mulheres após os 42 anos. Anos de consultas médicas, contas a pagar e sonhos não realizados também cobravam seu preço, abalando as economias do casal, sua paciência e seu casamento.<br />
Finalmente, eles deram um basta. “Eu fiz 39 anos, me olhei no espelho e disse ‘até quando podemos continuar com isso?’’, conta Pamela.<br />
Há dois anos, Alex e Pamela Tsigdinos tomaram a difícil decisão de dar fim à situação: parar com os procedimentos invasivos, parar de medir diariamente a temperatura corporal basal para saber se ela perto de ovular, parar de procurar novos tratamentos – e parar de sonhar em ter filhos.<br />
Pamela Tsigdinos sabe bem o que você está pensando: e por que não adotar? Mas ao mesmo tempo em que consideram a possibilidade, o casal acha que não é para eles.<br />
“Não é como cara ou coroa – ou você tem um filho ou adota. Não é tão simples assim”, ela disse, lembrando os esforços de amigos que buscaram a adoção.<br />
Não está claro quantas mulheres não têm filhos, contrariando sua vontade. O estigma ligado à infertilidade e à vida sem filhos obriga muitas mulheres a silenciarem sobre seus conflitos, disse Pamela, completando que isso “não é algo que a gente quer conversar em uma festa, tomando um drinque”.<br />
Quase dois anos depois, Pamela Tsigdinos, 45 anos, ainda cai em lágrimas quando fala sobre isso. “Não é um processo linear”, disse. “Você aceita que vai fazer o melhor para seguir em frente, mas há dias em que tudo se torna simplesmente sufocante”.<br />
Especialistas recomendam que mulheres que lutam contra a decisão de interromper tratamentos de fertilização encarem sua perda como fariam com qualquer outra.<br />
“A pessoa deve atravessar um processo de luto pelo que isso representa e aceitar quem elas são nessa vida”, disse Dr. Mardy S. Ireland, psicanalista de Berkeley, Califórnia, especialista em casais sem filhos.<br />
Tratamentos contra infertilidade podem ser tão desgastante que muitas mulheres continuam tentando, mesmo depois de as chances serem proibitivas. Aquelas que conseguem aceitar a possibilidade de que nenhum tratamento no mundo as permitirá engravidar podem encarar melhor a possibilidade de aprender a aceitar uma vida sem filhos.<br />
“As mulheres que terão mais dificuldade em lidar com a realidade são aquelas que não tomam uma decisão”, disse Ireland. As que não tomam a decisão, acrescentou, vão acordar um dia e sentir que a escolha foi tirada das mãos delas.<br />
Ainda assim, mulheres como Pamela Tsigdinos freqüentemente caem em lágrimas ao ver uma mãe empurrando um carrinho de bebê, lutam contra a raiva que sentem de amigos que inocentemente as convidam para chás de bebê e brigam com seus próprios pais, que não aceitam o fato de que nunca serão avós.<br />
Susan B. Slotnick, membro da Resolve, uma associação sem fins lucrativo de fertilidade, entende essa dor. Há onze anos, ela também tomou a decisão de parar os tratamentos de fertilidade e aceitar uma vida sem filhos. “A dor nunca vai embora, na verdade”, disse. “Mas é como uma dor de coluna crônica, você aprende a lidar com ela”.<br />
Essa dor une mulheres de todos os níveis sociais que compartilham do desejo de ter filhos, e uma comunidade online em crescimento as ajuda a lidar com as muitas facetas da infertilidade. Pamela Tsigdinos, profissional de marketing de uma empresa de capital de risco, criou seu próprio blog sobre o outro lado do tratamento, o <a href="http://www.coming2terms.com/">www.coming2terms.com</a>, para ajudá-la a superar a decisão de interromper os tratamentos de infertilidade.<br />
Após anos se concentrando em ficar grávida, a paixão de Pamela agora é se conectar com outras mulheres na mesma situação. Ela escreve sobre coisas diárias que a fazem lembrar-se da sua vida sem filhos, mas também sobre as coisas com as quais teve que lidar no caminho: como saber quando interromper o tratamento, como lidar com amigos e parentes intrometidos, como aceitar a vida sem a expectativa de ler livros infantis, ir a recitais e a festas de formatura. As mulheres e os poucos homens que comentam no blog de Pamela nem sempre concordam com suas escolhas, mas todos têm compaixão e a ajudam a se sentir melhor.<br />
A infertilidade pode ser o tema principal na vida de Pamela Tsigdinos. Mas ela afirma que isso não a impede de aproveitar o que tem de bom na vida.<br />
“Tenho que admitir que sou uma das mulheres mais sortudas porque tenho o marido mais paciente do mundo”, ela disse. “Pelo fato de sermos somente nós dois, o tempo todo queremos assegurar que o outro esteja feliz”.<br />
(Karen Barrow)</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/saudecasalsemfilhos.wordpress.com/19/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=saudecasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4584025&amp;post=19&amp;subd=saudecasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Implante de Tecido Ovariano</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 10:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Scorcelli &#124;www.casalsemfilhos.com&#124;</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Implante de tecido do ovário devolve fertilidade à mulher BRUXELAS &#8211; Uma mulher belga de 35 anos, que ficou estéril após um tratamento contra o câncer com quimioterapia, poderá engravidar graças a um implante de tecido do ovário de sua irmã gêmea, fato que nunca tinha ocorrido antes na medicina. Em fevereiro de 2006, o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=saudecasalsemfilhos.wordpress.com&amp;blog=4584025&amp;post=9&amp;subd=saudecasalsemfilhos&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Implante de tecido do ovário devolve fertilidade à mulher</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">BRUXELAS &#8211; Uma mulher belga de 35 anos, que ficou estéril após um tratamento contra o câncer com quimioterapia, poderá engravidar graças a um implante de tecido do ovário de sua irmã gêmea, fato que nunca tinha ocorrido antes na medicina.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Em fevereiro de 2006, o professor Jacques Donnez e sua equipe do hospital universitário Saint-Luc, de Bruxelas, implantaram no ovário atrofiado da paciente o tecido do ovário de sua irmã gêmea, que não é geneticamente idêntica, informou a clínica em comunicado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A mulher tinha entrado na menopausa em 1990, com apenas 20 anos, após sessões de quimioterapia para curá-la de um câncer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Seis meses após o implante do tecido do ovário de sua irmã, o professor Donnez e sua equipe constataram que começou a haver novamente a liberação normal dos hormônios estrógeno e progesterona.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Ao tentar fazer uma fecundação in vitro, os médicos obtiveram dois embriões, mas não os desenvolveram, o que demonstra que a fertilidade da mulher e suas possibilidades de engravidar naturalmente foram restabelecidas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span id="more-9"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">É a primeira vez que foram obtidos embriões após o transplante de tecido de ovário entre duas pessoas geneticamente diferentes, diz o comunicado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">O professor Donnez conseguiu outro feito em 2004, quando uma mulher que teve câncer pôde dar à luz após receber um implante da parte saudável de seu próprio ovário, que foi extraída e congelada quando a doença foi detectada, e antes que a paciente iniciasse o tratamento. A cirurgia foi realizada sete anos depois.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Fonte: O Estado de Sao Paulo</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Paciente com câncer: preservação da fertilidade</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A preservação da fertilidade do paciente com câncer foi um dos pontos fortes dos estudos e pesquisas apresentados durante a 23ª Conferência Anual da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">A incidência do câncer cresce no Brasil, como em todo o mundo, num ritmo que acompanha o envelhecimento populacional decorrente do aumento da expectativa de vida. O aumento da doença é resultado das transformações globais das últimas décadas, que alteraram a situação de saúde dos povos devido à urbanização acelerada, novos modos de vida, novos padrões de consumo. No Brasil, segundo estimativas apresentadas pelo INCA, Instituto Nacional do Câncer, só em 2006, 472 mil novos casos de câncer seriam registrados entre a população. Os tipos mais incidentes, à exceção de pele não melanoma, são os de próstata e pulmão no sexo masculino e mama e colo do útero no sexo feminino.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Uma das questões mais delicadas em relação ao tratamento de mulheres jovens com o diagnóstico de câncer é o comprometimento da fertilidade.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Dependendo do estágio do tumor, elas terão de ser submetidas à quimioterapia e/ou radioterapia que podem, em muitos casos, afetar a capacidade reprodutiva desta paciente, segundo o médico Joji Ueno (CRM-SP 48.486), especialista em Reprodução Humana. Muitas pacientes jovens que têm o câncer diagnosticado não abrem mão da maternidade, mesmo sabendo que há maior chance de reincidência do câncer no período de cinco anos, se engravidarem. &#8220;Por isso, o tratamento deve ser muito discutido&#8221;, defende o médico.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Óvulos congelados</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Os efeitos esterilizantes dos tratamentos contra o câncer podem resultar tanto em perda da função uterina normal, como na destruição total ou parcial da reserva de óvulos. Por isso, antes das sessões que quimioterapia e/ou radioterapia, as mulheres portadoras de câncer interessadas em engravidar recorrem à fertilização in vitro. As chances de gravidez com este procedimento fixam-se em torno de 30% a 40%.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Para a preservação da capacidade reprodutiva das pacientes com câncer, uma das alternativas é o congelamento dos óvulos, pois a infertilidade causada pelo tratamento da doença pode ser permanente. O óvulo pode ser congelado por vários anos. Depois da cura do câncer, a fertilização será feita com o esperma do homem que será o pai. A técnica, porém, ainda apresenta poucos resultados positivos no mundo. &#8220;As condições para gravidez com óvulos congelados, atualmente, atingem 20%. Outra opção terapêutica é o congelamento de pré-embriões que sempre gerou uma discussão social muito fervorosa, principalmente devido a questões éticas e religiosas. O embrião também pode se manter congelado por um tempo indefinido, mas muitas religiões consideram que a vida se inicia no momento da concepção. O embrião, portanto, é tratado como um ser vivo, e seu eventual descarte pode ser considerado uma conduta anti-ética.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Uma outra dificuldade do congelamento de pré-embriões é que, se a mulher quiser implantá-los, terá de pedir autorização ao pai, ou seja, ao parceiro que fecundou o óvulo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Por fim, há também a possibilidade de fazer o congelamento de fragmentos do ovário, que posteriormente, podem ser transplantados novamente para a paciente ou submetidos a uma técnica laboratorial de amadurecimento in vitro. Ao se submeter à quimioterapia ou/e à radioterapia, os folículos dos ovários da paciente portadora de câncer serão destruídos e não se recomporão mais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Novas pesquisas</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">No início deste mês, a cidade de Lyon, na França, sediou a 23ª Conferência Anual da Sociedade Européia de Reprodução Humana e Embriologia. A preservação da fertilidade do paciente com câncer foi um dos pontos fortes dos estudos e pesquisas apresentados durante o evento, um das notícias que mais repercutiram foi o anúncio do nascimento do primeiro bebê concebido mediante um óvulo maturado em laboratório, antes de ser congelado e fecundado. A menina é filha de uma das 20 pacientes estéreis que participaram de uma experiência dirigida pelo Dr. Hananel Holzer, no centro de reprodução McGill, de Montreal. Outras três estão atualmente grávidas. Segundo o Dr. Holzer, a notícia pode ser muito boa para se preservar a fertilidade, em particular em pacientes que não podem ser submetidas a uma estimulação ovariana ou para aquelas que não têm tempo suficiente para realizá-la. Como a pesquisa, ainda se encontra em fase preliminar, não foram obtidos resultados em pacientes com câncer. As 20 pacientes, de uma média de 30 anos, tinham ovários policísticos, uma enfermidade causadora de esterilidade e que afetaria entre 4 e 12% das mulheres em idade de procriação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">Fonte: Jornal de Araraquara. </span></p>
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